Podemos dizer que nenhuma fonte de energia, mesmo as renováveis, está livre de impactos ambientais. Porém, a energia solar é uma das energias sustentáveis onde há menor impacto ambiental entre todas as fontes energéticas disponíveis. A energia fotovoltaica não emite nenhum tipo de poluente quando é transformada em energia elétrica, isso faz com que o uso dessa tecnologia esteja crescendo de forma constante.

Mesmo que sejam baixos, ainda existem alguns pontos negativos, por isso, iremos analisar o processo de fabricação das placas solares. Para serem fabricadas, a indústria gasta uma alta quantidade de energia, mas quando são instaladas, acabam compensando esse gasto pois não emitem poluentes.

Por outro lado, as placas são feitas a partir de células fotovoltaicas de silício, que acaba gerando um impacto que vai desde a extração do silício até a limpeza e purificação do material. Isso acaba gerando alguns impactos negativos, como exemplo, poluição da água durante o processo de mineração, emissão de pó sílica na fundição, emissão de hexafluoreto de enxofre e tetracloreto de silício no processo de purificação, entre outros.

Nos últimos 10 anos, as pesquisas para as técnicas de produção das placas sofreram grandes avanços, conseguindo reduzir a quantidade de silício de maneira significativa. A previsão é que cada vez menos produtos tóxicos sejam usados para a fabricação das placas solares, que tendem a ter um aumento do potencial reciclável.

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